Correio Brasiliense: Um pouco mais sobre a Trans-Brasil

Aviação
Agonia prolongada Decisão da Justiça permite adiamento da falência da Transbrasil. Dirigentes sindicais buscam sócio interessado em salvar a empresa e tentam vender aviões para pagar dívidas trabalhistas. Sem dinheiro, empregados dependem de parentes
Lauro Rutkowski
Da equipe do Correio
| Carlos Moura |
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| Ruína financeira: Oliveira, Henrique e Célia ficaram sem renda com a crise na Transbrasil e foram parar no cadastro de inadimplentes |
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Os funcionários e ex-funcionários da Transbrasil sentiram certo alívio ao saber que o fim da empresa ficou mais distante. O desembargador Ruiter Oliva. do Tribunal de Justiça de São Paulo, votou contra o pedido de falência apresentado pela General Eletric e abriu brechas jurídicas para que a empresa recorra e evite sua transformação imediata em massa falida. Oliva foi voto vencido (dois desembargadores se manifestaram pela decretação da falência). Mas como a decisão favorável à falência não foi unânime, a Transbrasil obteve o direito de impedir a transferência do controle da empresa a um síndico escolhido entre os credores até julgamento de um recurso dentro do próprio TJSP. Se houvesse unanimidade, o patrimônio da companhia já poderia ser repartido pelos credores, mesmo que a empresa recorresse. ‘‘Estou mais do que satisfeito com o resultado’’, comemorou João Piza, advogado da Transbrasil. Enquanto a falência não for definitivamente decretada, os representantes dos funcionários correm contra o relógio para tentar reerguer a companhia ou, pelo menos, garantir a venda de aviões para pagamento de dívidas trabalhistas. Na tentativa de ressuscitar a empresa, dirigentes sindicais procuram sócios para capitalizar a Fundação Transbrasil e obter dinheiro suficiente para comprar as ações da família Fontana, dona de 76% da companhia. ‘‘Temos esperança de um dia voltar a voar, mas precisamos de investidores’’, diz Henrique Júnior, do Sindicato dos Aeronautas. A Fundação tem apenas 17,5% das ações.
Em outra frente, os avanços são mais significativos. Após negociações com advogados da Transbrasil, os empregados receberam a chance de levar a leilão um avião. O dinheiro obtido com a venda será usado no pagamento de dívidas trabalhistas. A aeronave será leiloada depois do resultado de três avaliações, que têm como objetivo estabelecer o preço mínimo de venda. De acordo com Boeing, o valor do avião está em torno de US$ 8,8 milhões (R$ 20 milhões). Segundo o sindicato, são necessários pelo menos R$ 35 milhões para acertar as contas com os empregados e ex-empregados.
Humilhação
A derrocada da Transbrasil provocou a ruína financeira dos dois mil funcionários, que sofreram a humilhação de ver os seus nomes inscritos nos cadastros de inadimplentes. Desde janeiro de 2001, a empresa vinha atrasando os salários por falta de capital de giro. A partir de setembro, o dinheiro deixou de entrar na conta dos empregados. Em 3 de dezembro, a companhia deixou de voar e, conseqüentemente, de arrecadar recursos com a venda de passagens.
O superintendente operacional Estebano Luiz de Oliveira, de 44 anos, 16 a serviço da Transbrasil, sabe que a situação financeira da empresa é a pior possível, mas ainda não pediu demissão. ‘‘Não achei emprego porque meu currículo é muito bom e acham que eu vou pedir um salário muito alto. Enquanto não conseguir nada, melhor ficar na Transbrasil’’, diz ele, que é casado com uma recepcionista e é pai de dois filhos adolescentes. No sufoco, ele foi obrigado a se desfazer de patrimônio e alongar dívidas para continuar vivendo. Oliveira recebia R$ 2,3 mil.
Responsável pela organização de filas, controle de check in, despacho de bagagens e outras operações em terra, Oliveira vendeu automóvel, negociou prestações da casa própria com a Caixa Econômica Federal e tem trabalhado como animador em festas infantis. Sua aposta do momento é a publicação de um livro de poesias. As dívidas ainda o perseguem. ‘‘Um dos meus filhos usa aparelho nos dentes e não sei o que fazer com ele. Estou devendo à dentista porque não tenho R$ 180 por mês para pagar o acompanhamento e a manutenção’’, conta.
Há colegas em situação pior, sem ter o que comer. ‘‘Até janeiro, o pessoal da manutenção de aviões ficava no hangar porque havia almoço. Os mecânicos faziam a refeição no local e levavam comida para a família’’, revela. Como não há mais almoço, poucos vão ao hangar. Funcionário da Transbrasil por 19 anos, o dirigente sindical Henrique Neves enfrenta dificuldades semelhantes. Como sua mulher não tem emprego, ele sobrevive graças a ajuda de parentes e amigos — além de um ticket refeição de R$ 20 fornecido pelo sindicato. ‘‘O meu irmão tem um mercado e me ajuda muito. Se não fosse isso, estaria passando fome’’, afirma.
A comissária Célia Menezes dedicou nove anos de sua vida à Transbrasil e não se conforma com maneira com que foi tratada pela empresa. ‘‘Simplesmente não sabemos o que aconteceu e o que está acontecendo’’, disse ela, que conseguiu homologar sua demissão via sindicato e pelo menos sacar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O dinheiro serviu para pagar poucas das muitas contas: a Transbrasil não deposita o FGTS dos funcionários desde 1998. No caso de Célia, os depósitos ainda foram feitos com base em um salário de R$ 600, quando na verdade ela recebia R$ 1,2 mil.
De um ano para cá, Célia quase perdeu o apartamento por falta de pagamento das prestações e esteve perto de ficar sem carro pelo mesmo motivo. A sua salvação foi o marido, que é policial civil. Fluente em três idiomas, Célia está investido em concursos: disputará uma vaga de oficial de chancelaria do Ministério de Relações Exteriores.
ENTENDA O CASO
A General Eletric pediu a falência da Transbrasil porque a companhia aérea deixou de pagar uma nota promissória de US$ 2,7 milhões, referente ao arrendamento de cinco aviões, todos já devolvidos. A Transbrasil contestou a acusação e afirmou que pagou a conta.
A 9ªCâmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo decretou ontem a falência da Transbrasil por dois votos a um. Como a decisão não foi unânime, a companhia pode recorrer a outro órgão colegiado dentro do TJSP, desta vez composto por cinco desembargadores. Até o julgamento deste recurso, a decisão de ontem não tem eficácia. É o chamado efeito suspensivo do recurso.
Se os desembargadores tivessem decidido pela decretação de falência de forma unânime, a Transbrasil só poderia recorrer ao Superior Tribunal de Justiça. A diferença é que todos os procedimentos de falência poderiam ser iniciados imediatamente, sem necessidade de se esperar pela decisão do recursos no STJ.
A decretação da falência por unanimidade transformaria a Transbrasil numa massa patrimonial de débitos e créditos, administrada por um síndico designado pela Justiça entre os credores. Esse síndico inicialmente separaria os recursos suficientes para pagar débitos trabalhistas e tributários. Em seguida, reuniria dinheiro para pagar credores que conseguiram penhorar ou hipotecar bens da companhia.
A situação dos passageiros não é boa. As pessoas que compraram passagens da companhia e não conseguiram viajar serão as últimas na fila de pagamento e dificilmente terão o dinheiro de volta. Isso porque, mesmo que todo patrimônio da empresa seja vendido para o pagamento das contas, a Transbrasil ainda vai ficar devendo R$ 700 milhões. <!–
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Pelo amor de Deus, será que ninguém vê o que está acontecendo, o canalha do Celso Cipriani continua indo e vindo, a mansão da Concordia em Brasília, na SMPW está lá e ninguém dá um jeito de vender aquele imóvel, pegue este sujeito e ponha atrás das grades pelo menos um ano sem direito a sol e vamos ver se ele não paga tudo o que roubou da grande emprensa que foi a transbrasil, há leva também a cara de pau da mulher so falecido Omar Fontana que ajudou o genro a dar o golpe.
Sou ex-funcionarrio da TRANSBRASIL onde trabalhei por quase nove anos e até agora não recebi nenhum centavo. É uma vergonha tiudo isso, sem contar o que seu ultimo dirigente o Sr. Celso Cipriani montou um verdadeira fortuna em cima da TRANSBRASIL e seus funcionarios.
Ficaria muito agradecido se alguem souber de mais novidades enviar p/ o meu e-mail jayrojjunior@terra.com.br e gostaria de agradecer o rsponsavel por essa matéria e ao CORREIO BRASILIENSE
Prezado Jayro,
Em primeiro lugar agradeço sua colaboração e palavras.
A última novidade é que a ação contra a GE já está em fase final, e foi transferida aqui para São Paulo para o Forum do Jabaquara já para a sentença definitiva.
O lado ruim é que se não agirem rápido, esta grana toda irá com certeza para MIAMI descansar no SPA do Celsinho, e vocês nunca mais verão um só tostão !
Tenho falado muito com o Comandante NETO Vice-Presidente da Associação, que está atento a tudo e já está se movimentando para impedir qualquer manobra, mas vale a união de vocês, pois só assim Justiça será feita nesta ilha da fantasia descoberta por um acaso pelos portugueses em 1500.
Assim que tiver mais novidades postarei aqui com certeza.
Use sempre este espaço, afinal ele é seu é de todos que aprenderam a amra a empresa do Cmte Omar Fontana.
Um Abração
Camerini
gostaria de saber se transbrasil faliu ou não, qual será o destino da mesma? E as autoridades brasileira o que tens feito para solucionar
esta pouca vergonha que vem passando aviação do brasil.
Prezado João Carlos,
Em primeiro lugar muito obrigado por sua participação aqui neste espaço que também é seu.
Bom a Trans-Brasil não faliu não, é um caso atipíco, afinal quem, pediu a faLência dela foi a GE e pediu sem fundamentos, tanto que já está em fase final a ação movida pela Trans Brasil contra ela.
Na área politíca reside um grande problema, afinal os envolvidos no caso Trans-Brasil são pessoas com muita influência, e usaram durante muito tempo a empresa de forma irregular, mas como se trata de Brasil, tudo bem, nada acontecerá.
Quanto a sua volta, tudo é póssivél, mas o principal seria o fortalecimento da Fundação Trans-Brasil para poder brigar por seus direitos e conseguir seu retorno, veja é muito interessante o caso, afinal, uma das empresas do Grupo a INterbrasil Star, é uma empresa bem limpa, mas está parada no roll da Trans-BRasil.
Estranho? Sim, mas nossa politíca é recheada de interesses pessoais, que vão muito além dos interesses do povo brasileiro, povo este que incauto elegeu seus representantes pensando sómente no Bem Comum, ao contrário deles, que pensam em seu enriquecimento através de falcatruas e desvios de verbas.
Em um ranking Mundial, o nosso país infelizmente ainda ocupa um lugar de destaque, como um dos mais corruptos do mundo.
Se eu fosse um investidor estrangeiro, nunca colocaria um só centavo aqui, afinal este dinheiro todo não tem a destinação que deveria ter, vai para os bolsos, ao invés das bolsas!
Para a volta da Trans-Brasil é necessário muita coragem, honestidade e acima de tudo vontade politíca, que falta de monte aos nossos governantes, pois estão envolvidos com esta empresa até o pescoço em seus negócios sujos e fraudulentos, usando-a durante muito tempo como uma verdadeira Brastemp, que lava, enxagua e centrifuga, milhares e milhares de dolares.
Um Grande abraço
Todos nós deveríamos usar nariz de palhaço enquanto trabalhavamos na Transbrasil, que viámos as coisas acontecerem sem poder fazer nada, e ainda nos enganavam dizendo que era apenas uma fase difícil que seria superada como tantas que ela passou. Com 20 anos de aviação, dos quais 17 anos como comissário de vôo, e 4 nos vôos internacionais, com 43 anos não pude entrar em outra companhia aérea por alegarem idade acima do limite para avição. Precisava apenas de mais 5 anos para aposentadoria especial, e hoje tenho emprego num hotel,onde o salário liquido não chega a 750,00 reais, e ainda preciso trabalhar mais anos para poder me aposentar, depois de tantos dedicado a Transbrasil. A Transbrasil acabou com a esperança de uma vida melhor de tantas pessoas. e o governo fica de braços cruzados e não move um dedo para acabar com esta vergonha. Afinal, Prque não prenderam este ladrão até hoje. Uma pessoa é presa pelo simples fato de furtar uma laranja para matar a sua fome, enquanto este ladrão do Celso Cipriani rouba milhões dos seus funcionários. Onde está a justiça? Presidente, Ministros, até quando vamos sentir vergonha de vocês?
Quando vou receber o que me é de direito por 17 anos de trabalho.
Meu processo na justiça para rebeber o que me é devido já terminou e até agora nunhum representante deu as caras para responder ou se defender na justiça. Presidente. Ministros e outras autoridades, deem o exemplo.
MEU AMIGO ANTONIO CARLOS
FUI FUNCIONÁRIO TRANSBRASIL DURANTE 20 ANOS CHEGUEI ATÉ AGENTE LIDER SAI COM UMA MÃO NA FRENTE OUTRA ATRÁS MEUS DIREITO ATÉ HOJE NÃO RECEBI UM CENTAVO ESTOU COM 46 ANOS TRABALHANDO DE MOTO BOY.
Prezado Senhor…
Meu marido esta com problema serio,por ter sido funcionario da Transbrasil e não conseguir o laudo insalubre para poder se aposentar.
Depende apenas de saber como proceder.Ele esta depressivo,pois procuramos de todo jeito e não conseguimos saber quem podera realmente nos dizer algo concreto sobre isso.A transbrasil não faliu,mas quem responde por ela,neste sentido?
Por favor,se puderem nos ajudem!!!
Prezada Sra Heloisa,
Em primeiro lugar muito obrigado por sua participação aqui, onde o espaço é todo seu e de seu marido.
Vou entrar em contato com o vice-presidente da fundação, o Cmte Neto e passar seu caso e prometo dar a resposta a senhora.
Vamos tentar juntos encontrar uma solução pode acreditar.
Um Grande abraço
Camerini
Prezada Sra Heloisa,
Complementando a informação, passo á senhora o telefone de um advogado da área previdêncaria que tenho certeza poderá por enquanto esclarecer alguma coisa ou mesmo ajuda-la neste caso.
Dr Edgard Tadeu de Almeida
Tel: (011) 229 46 336, ele atende de segunda a quinta feira das 14 ás 17 horas e fica aqui em São Paulo.
Ele já atendeu outros casos de aposentadoria da Trans-Brasil, inclusive pode mencionar o da Cmra Cleó e Lana.
Espero assim ter dado alguma ajuda á senhora e ao seu marido.
Pode sempre contar com o amigo aqui.
Abraços
Camerini
Obrigado pelo ajuda Sr.Camerini.Agora sinto que ainda há esperança.
Espero que o governo resolva de vez estes problemas com a querida Transbrasil.Afinal porquê pagamos tantos impostos e quando mais precisamos não temos a ajuda do governo?Seria do interesse de todos que a Transbrasil voltasse a operar novamente.Vamos fazer uma corrente para que isso aconteça.E que estas pessoas que foram prejudicadas,tenham seus problemas e necessidades atendidas.
Ainda bem que existem pessoas como o Sr. que de alguma forma nos ajuda a divulgar os problemas decorrentes de descaso do governo,visto que tantas pessoas foram ou estão sendo prejudicadas por a não solução do caso Transbrasil.
Obrigada mais uma vez.
Heloisa
Prezado Sr Camerini.
Muito prazer em poder participar aqui. Gostaria de uma informação quanto a quem devo escrever para pedir informações sobre o andamento dos processos relacionados a Trans-Brasil. Nunca fui funcionário dela, mas cresci dentro dela visitando o hangar dela aqui em Brasília em virtu de ter tido parente na empresa. Hoje Sou piloto por ter acreditado em poder pilotar aviões dela, porém isto não aconteceu. Meu interesse é o de tentar junto com muito fazer a TransBrasil voltar a voar pois a empresa é um marco da aviação Brasileira e deve continuar da mesma maneira que aconteceu com a Varig que se não fosse o nome VARIG esta empresa já teria deixado de existir. Desejo rever os aviões da empresa que hoje estão abandonados no aeroporto de Brasília como em São Paulo a serem recuperados e colocados novamente na ativa. Não aceito o fato de uma empresa norte americana decidir o destino dela. A Trans-Brasil foi lesada, mas por seus administrador que ante mão trairam a confiançao do eterno Cmte Dr. Osmar Fontana. Nós que amamos esta empresa temos o orgulho de olha-la como uma ave ferida que esta em busca de uma cura para o ferimento de suas asas. Assim estimado Sr. Cameri. Gostaria de uma possição ao meu pedido me informando telefone, endereço e e-mail para eu poder me corresponder com a pessoa hoje responsavel pela Trans-Brasil.
Atenciosamente,
Adilson Moreira de Albuquerque
adilson.albuquerque@paixaocortes.com.br
adilsonmalbuquerque@yahoo.com.br
Olá Adilson,
Muito obrigado por suas palavras.
Estou encaminhando seu e-mail para o Vice-Presidente da Trans-Brasil comandante Neto, pois ele está acompanhando tudo e prometo responder logo para você aqui!
Participe sempre e um grande abraço
Camerini
Sr. Camerini,
Boa Tarde,
Gostaria de saber como anda as coisas em relação a transbrasil,
pois fui funcionário há 08 anos e minha esposa a 10 anos, comecei como funcionário da associação dos funcionários a ADC Transbrsil, passei pela aerobrasil como auxiliar de cargas e pela interbrasil star até chegar a Transbrasil Cargas, só recebo noticias pelo TRT push que é um serviço do Tribunal do Trabalho me informando o andamento do processo trabalhista, não vejo mais nada sobre a Transbrasil, gostaria de saber se há uma luz no fim do tunel para o retorno da Transbrasil, pois faria um acordo se for preciso para voltar a trabalhar nesta empresa que foi um exemplo de vida.
Preciso saber de como conseguir documentos da TRansbrasil para aposentadoria? Onde devo prcourar este documento? Com quem? Agora eles pedem um tal de PPP e a “Ficha de Registro” do funcionário. Será que alguém pode me dar uma luz?
fui funcionario da transbrasil e gostaria de noticia da transbasil
como anda os pagamento das dividas trabalhista
Bom dia Dr. Camerini.
Tudo bem com o Sr.
O Sr. sabe me informar como anda o processo atualmente da TransBrasil.
Aguardei noticias do Cmte Neto, porém o mesmo não retornou.
Gostaria de esta a par no intuito de cooperar no regresso da TransBrasil.
Para quem interessar e quizer ver a TransBrasil no ar novamente.
Execução da General Electric contra a Transbrasil é suspensa
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou ontem a suspensão de uma das ações de execução que a General Electric Capital Corporation (GE) move contra a Transbrasil, e que é uma das responsáveis pela abertura do processo de falência contra a companhia aérea, ao lado de outras seis ações movidas pela GE.
Em maio do ano passado, a Justiça paulista já havia concluído, em primeira instância, que a dívida de US$ 2,7 milhões invocada pela GE para tirar a Transbrasil do ar já havia sido paga. Agora, a execução fica suspensa até que seja julgada apelação contra a decisão que considerou a dívida quitada.
Além disso, a 23ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP decidiu dar à Transbrasil o direito à Justiça gratuita ao considerar que o próprio Superior Tribunal de Justiça (STJ) já reconheceu que, em alguns casos, pessoas jurídicas também têm direito ao benefício.
Assim, os desembargadores reconheceram a legitimidade da Transbrasil para continuar ajuizando ações a seu favor. Segundo os artigos 206 e 207 da Lei de Sociedades Anônimas, citados no voto do relator do caso, “a sentença que decreta a falência da empresa-agravada não acarreta a automática e imediata extinção da pessoa jurídica, mas tão-somente representa o ponto inicial, o início do processo de extinção”.
O caso
Em maio passado, o juiz Mário Chiuvite Júnior, da 22ª Vara Cível de São Paulo decidiu que a dívida de US$ 2,7 milhões invocada pela GE para pedir a falência da empresa já estava quitada.
“Com base em uma perícia realizada pelo próprio juiz, ele declarou ainda que a Transbrasil pagará as outras seis notas promissórias cobradas pela GE em diferentes processos de execução ainda em curso”, explica um dos advogados da empresa no caso, Cristiano Martins, do escritório Teixeira Martins Advogados.
Segundo ele, a própria empresa apelou ao TJ-SP para solicitar a suspensão dos sete processos de execução. “O juiz de 1ª instância entendeu que a parte dele já havia sido feita, que foi definir que a dívida não existia, e que caberia aos juízos onde correm os processos de execução encerrar os casos”, explica Martins. Como isso não aconteceu, opina o advogado, o TJ esperou até que a execução, no caso dessa promissória, chegasse à fase de expropriação e de venda de bens, “o que também deve acontecer com outros seis casos quando chegaram na fase de tomadas de bens”, completa. Na primeira instância, o juiz disse que ficou provado que a empresa pagou US$ 21,9 milhões para saldar dívida total de US$ 19,6 milhões com a GE. Dessa forma, a companhia aérea, que à época da abertura do processo de falência detinha 20% do mercado nacional, pagou mais do que devia.
Em sua decisão, o juízo de primeiro grau, além de entender que a dívida era inexistente, ainda condenou as empresas do Grupo GE “a pagarem à autora, a título de reparação por perdas e danos, nos termos do artigo 1.531 do Código Civil, os prejuízos causados a esta última, valor que deverá ser apurado em liquidação por arbitramento”.
Na prática, esta decisão, se mantida pelas outras instâncias, como confirmada agora pelo TJ-SP, além de significar o pagamento de uma indenização por parte da GE, pode representar a assunção de todas as dívidas da Transbrasil geradas após a paralisação de suas atividades, inclusive trabalhistas e tributárias, pela GE, além de indenização aos acionistas pela derrocada de uma empresa que detinha 20% do mercado, aproximadamente, quando foi requerida a sua falência. Martins calcula que apenas as dívidas tributárias e trabalhistas da empresa aérea girem hoje em torno de R$ 50 milhões.
O advogado ressalta ainda que o caso envolve não apenas o poder Judiciário, e perdas financeiras concretas, mas problemas regulatórios, como a perda de rotas por parte da companhia.
Judiciário
Esta reviravolta no caso se deve ao fato de que o processo de falência correu mais rápido do que o processo no qual a empresa aérea questionava a validade da cobrança feita pela GE, que ficou pouco mais de cinco anos parado em São Paulo e provocou a inadimplência da Transbrasil.
As divergências entre as duas companhias começaram quando um avião operado pela Transbrasil passou por um incidente de aquaplanagem em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.
A GE pedia na época que a companhia aérea reconhecesse a perda total da aeronave a fim de poder receber o valor total do seguro. Como a Transbrasil se negou a atender a solicitação do Grupo GE, as empresas do conglomerado entraram com o pedido falimentar usando, para isso, sete notas promissórias, consideradas pela Justiça em maio passado, com base em perícia, já pagas. Hoje, o processo falimentar em si, de acordo com Martins, corre no Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde a Transbrasil questiona a falência com recurso especial.
A´té quando será preciso se calar e ficar vendo o governor federal decidir o que é bom ou ruim para as empresas. Porque não deixam a Transbrasil e a vasp voarem ?
Os politicos não pensam nas contas a pagar e na alimentação e educação dos funcionários demitidos destas empresas.
O que falta para alguém de concenso libere de vez estas duas empresas de voltarem a voar. Será que nisto há apadrinhamento por parte das outras empresas ?
Se você leitores forem pesquisar a Transbrasil deixou de ter a licença por conta do Lula, por decreto dele. Um ex metalurgico que deverei ver o lado dos trabalhados hoje apenas ver o lado dos seus amigos empresários e politicos.
Isto não é justo.
a compania tem que voltar a operar porque tem muitos funcionarios da transbrasil que nao receberam nada e tambem e um grande patrimonio brasileiro obrigado saulo
Sou ex-funcionaria da transbrasil e gostaria de saber a respeito desta novidade,que esta sendo divulgada sobre as reclamaçoes trabalhistas e se vamos realmente receber,apos 7anos.
Olá a todos.
Uma pena o ocorrido com a TransBrasil. Faltou juízo, seriedade a dirigentes da Empresa. Creio que uma mobilização nacional pode ajudar….
Pelo mesmo ralo foi: VASP e VARIG.
Deus tenha compaixão dos funcionários e famílias deixadas ao abandono.
Tomara que tudo de certo.
Ronaldo Beneti
Sou ex-funcionario da Transbrasil (base Porto Alegre) e estou atras de alguém que me de informações de como posso conseguir meu PPP, pois estou na época de me aposentar, e não tenho a menor idéia de como conseguir. Já entrei em contato com o Sindicato Nacional dos Aeroviários por duas vezes, e não me responderam os emails que mandei. Creio que eles são as pessoas certas para este tipo de informação, mas ficaram muito a desejar. Agradeço a resposta de alguem, ou pelo menos alguma informação com uma luz no final do tunel. Abraços em geral
Alguem sabe como posso adquirir o PPP para a aposentadoria. Trabalhei na TR base Porto Alegre, e não consigo entrar em contato com ninguem que me de uma orientação a seguir, nem mesmo o sindicato nacional sabe o que fazer.
abraços Eric
Sou advogado, trabalho com aposentadoria e já atendi diversos (ex) funcionários da Transbrasil. Por favor, Eric, entre em contato pelo fabiano13585@uol.com.br.
Grato
Se alguém souber onde posso adquirir meu ppp para a aposentadoria, por favor também gostaria de uma orientação, pois trabalhei na TR base Bsb, e não conseguir pegar o meu ppp antes dela fechar. Atenciosamente, Jorge Sá.
Vamos acreditar pessoal, mesmo que não seja nós ex-TR que volte a trabalhar na Transbrasil é certo que esta CIA tão séria e cumpridora de suas obrigações voltará a operar e será uma grande vitória, pois o presidente LULA e o ex Fernando Henrique Cardoso irá ver o triunfo de muitos funcionários que eles deixaram ao léu abandonados justamente por que poderiam ajudar, e ainda veremos a CPI do BANESTADO vir a torna e o Sr. Celso Cipriani será preso por mandar dinheiro para fora do país ilegalmente…
Fico muito triste com o que aconteceu com a Empresa, com os Funcionários, com os credores e muito frustrado como Passageiro que comprei 03 (três) Bilhetes de passagens em 2001 não embarquei, pedi devolução não me devolveram, entrei com Ação por perdas e Danos e já se vão 08 (oito) anos e até agora não fui ressarcido. Me sinto lesado (roubado). E o pior é que não vemos autoridade (governo) nenhuma tomar uma iniciativa em devolver o suado dinheiro roubado por aqueles incompetentes. Meu nome é Raimundo Alves da Silva – Sou Funcionário Público Federal. Meu E-mail:raimundoalvesdasilva@yahoo.com.br.